Antirracismo e ancestralidade são pautas fundamentais da educação inclusiva

Tema foi discutido por Lázaro Ramos, Luciano Huck, Ana Maria Gonçalves e Daniel Munduruku no Festival Led — Luz na Educação Como promover uma educação efetiva no Brasil, que considere as diferenças e seja antirracista? Essas são as questões que repercutiram no primeiro dia do Festival Led — Luz na Educação, promovido pela Globo e Fundação Roberto Marinho no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Luciano Huck contou com o escritor, professor e ator Daniel Munduruku, o ator e autor Lázaro Ramos e a escritora Ana Maria Gonçalves. “No Brasil, uma pessoa branca como eu tem mais facilidade de encontrar registros de seus antepassados do que as pessoas pretas. A gente aprende pouco sobre ancestralidade por conta do apagamento histórico de mais da metade da população brasileira”, disse Luciano Huck. Para Lázaro Ramos, a análise de Luciano Huck é comum por uma série de processos racistas que jogam fora a potência das pessoas negras. “Durante muito tempo eu não sabia quanto o povo e a nação estávamos jogando fora. Depois eu entendi que dar a notícia de que é preciso ser antirracista é uma missão do nosso tempo”. É por isto que, para Ana Maria Gonçalves, a ancestralidade deve ser abordada nas escolas. “A ancestralidade aponta para o futuro a partir do acúmulo de vivências, trazendo um pensamento original que se adapta aos novos tempos”, diz. A sabedoria ancestral, de acordo com Munduruku, é algo para além do atual. “A ancestralidade é uma teia de aranha, um único fio que vai emendando a história dos que vieram antes e dos que virão depois. Somos todos parte de uma tradição e a continuação dela”. Educação Antirracista Ana Maria lembra que a abordagem antirracista é bastante recente na educação do país. “A gente ainda é uma sociedade nova, que fala de racismo abertamente há cerca de 15 anos. Para ter uma ideia, a palavra racismo só entrou no dicionário em 1982”. Como pai de duas crianças, Lázaro reforça a importância da família no aprendizado e no incentivo da diversidade no ambiente escolar. “Como pai, muitas vezes levo livros de histórias antirracista e tenho esse papel de cobrança, assim como do incentivo. Acredito na importância da escola como um lugar poderoso de valorização do professor e do aluno, podendo ser ainda melhor com a participação das famílias”. Esse tipo de incentivo poderia mudar o conceito de pertencimento e orgulho do brasileiro. Para Daniel, as pessoas estão buscando outras nacionalidades, como as europeias, ao invés de serem elas mesmas. “A educação precisa reforçar uma forma de valorizar a si mesmo e o outro, aceitando quem o outro é e sem querer colonizá-lo. A educação pode ser uma porta para a inclusão e diversidade”. Fonte: Exame Créditos: Marina Filippe
Vale a pena largar tudo e estudar para concursos públicos?

Veja dicas de especialistas ouvidos pelo g1 para se organizar financeiramente e viver um período apenas estudando para as provas. Nas últimas semanas, o Governo Federal anunciou a realização de milhares de concursos públicos em todo o Brasil, para diferentes níveis de escolaridade. Com o reaquecimento desse mercado de concursos, muitas pessoas podem se interessar e entrar para a carreira pública. Mas, para isso, é necessário muito tempo de estudo, na maioria dos casos. Nesse contexto, é comum que surja a dúvida se vale a pena largar tudo para estudar até conseguir a aprovação. Segundo especialistas ouvidos pela grande empresa de comunicação, essa opção mais radical pode até fazer sentido em alguns casos, mas antes é necessário fazer um planejamento robusto. Fonte: G1
Direitos de aprendizagem e desenvolvimento da BNCC | Domine o tema!

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) desempenha um papel fundamental na área da educação, especialmente em concursos públicos. Com diretrizes claras e objetivas, a BNCC estabelece os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento que devem ser alcançados na educação infantil. Neste artigo, exploraremos em detalhes os objetivos da BNCC, fornecendo informações essenciais para os candidatos que desejam se preparar para concursos na área da educação. No YouTube dos Pedagógicos, temos centenas de aulas gratuita sobre a BNCC e como ela é cobrada em concursos de todo Brasil. Acompanhe nossas redes para dominar a BNCC para sua prova. Objetivos de Aprendizagem: Os objetivos de aprendizagem da BNCC abrangem diversas áreas do conhecimento, como linguagem oral e escrita, matemática, natureza e sociedade, além de áreas específicas, como arte, música, movimento e outras. Exploraremos cada um desses objetivos, destacando as competências e habilidades que devem ser desenvolvidas pelos alunos na educação infantil. Objetivos de Desenvolvimento: Além dos objetivos de aprendizagem, a BNCC também define os objetivos de desenvolvimento, que envolvem aspectos socioemocionais, físicos e cognitivos das crianças. Discutiremos a importância desses objetivos, abordando temas como autonomia, empatia, respeito às diferenças, cuidados com o corpo e muito mais. No nível da educação infantil, a BNCC estabelece diretrizes específicas para garantir o pleno desenvolvimento das crianças. Nesse sentido, os direitos de aprendizagem são essenciais, pois são fundamentais para o desenvolvimento das competências esperadas nessa etapa. Esses direitos são: Conviver: proporcionar às crianças experiências de convívio social, promovendo a interação e a construção de vínculos afetivos. Brincar: reconhecer a importância do brincar como uma forma privilegiada de expressão, aprendizado e desenvolvimento infantil. Participar: incentivar a participação ativa das crianças em atividades coletivas, valorizando sua voz e suas contribuições. Explorar: estimular a curiosidade, a exploração do ambiente e a descoberta de novos conhecimentos e habilidades. Expressar: valorizar as múltiplas formas de expressão das crianças, como a linguagem oral, corporal, plástica, musical e outras. Conhecer-se: auxiliar as crianças no processo de autoconhecimento, desenvolvendo a consciência de si mesmas, de suas emoções e de suas características individuais. Dica dos Pedagógicos para decorar esses 6 verbos com facilidade. Esses direitos de aprendizagem são pilares importantes para a construção do conhecimento e para o desenvolvimento integral das crianças na educação infantil, proporcionando uma base sólida para seu crescimento pessoal, social e cognitivo. Aqui tem uma aula com o professor Guilherme Augusto, sobre BNCC na educação Infantil. Na Educação Infantil, os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento estão diretamente associados aos cinco campos de experiência e são adequados às faixas etárias dos alunos. Com as modificações na BNCC, as denominações e faixas etárias foram atualizadas. Agora, temos as seguintes classificações: Bebês: de 0 anos até 1 ano e 6 meses; Crianças bem pequenas: de 1 ano e 7 meses até 3 anos e 11 meses; Crianças pequenas: de 4 anos até 5 anos e 11 meses. A seguir, apresentamos exemplos de objetivos de aprendizagem e as idades em que devem ser alcançados: Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento para bebês: Perceber que suas ações têm efeitos nas outras crianças e adultos; Movimentar as partes do corpo para se expressar; Explorar sons do próprio corpo e do ambiente; Reconhecer quando é chamado por seu nome e reconhecer o nome dos outros; Explorar e descobrir as propriedades de objetos e materiais. Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento para crianças bem pequenas: Demonstrar atitudes de cuidado e solidariedade durante a interação; Apropriar-se de gestos e movimentos de sua cultura e utilizá-los; Criar sons com diversos materiais para acompanhar ritmos musicais; Dialogar com os outros para expressar sentimentos, opiniões, entre outros; Explorar e descrever diferenças e semelhanças entre objetos. Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento para crianças pequenas: Demonstrar empatia pelos outros; Criar formas variadas de expressão com o corpo; Utilizar sons produzidos por diferentes materiais em brincadeiras e atividades; Expressar-se por meio da linguagem oral, escrita espontânea e visual; Comparar objetos ao observar suas propriedades. Portanto, foram mencionados diversos objetivos relacionados aos diferentes campos de experiência. Para que os educadores possam elaborar suas práticas, é importante seguir uma sequência: definir o campo de experiência a ser trabalhado, identificar os objetivos que desejam que os alunos alcancem e planejar as atividades a serem realizadas. Em seguida, aplicam as atividades específicas, registram e documentam o que ocorre durante as aulas e, por fim, avaliam o progresso de cada aluno em relação aos objetivos pré-definidos, a fim de tomar decisões para as próximas práticas educativas. A BNCC é uma referência fundamental para a educação infantil e um tema recorrente em concursos na área da educação. Conhecer e compreender os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da BNCC é essencial para os candidatos que almejam obter sucesso nessas seleções. Em nosso canal do YouTube, temos centenas de aulas gratuita sobre a BNCC e como ela é cobrada em concursos de todo Brasil. Acompanhe nossas redes para dominar a BNCC para sua prova.
“Os Pedagógicos” celebram 6 anos com lives e aplicativo de aulas preparatórias para concursos na área da educação

O curso preparatório brasiliense disponibiliza apostilas, vídeo aulas e simulados gratuitos; criado pela dupla de professores William Dornela e Carlinhos Costa, o preparatório já soma mais de 1000 aulas gratuitas e 20 mil aprovações em todo o País Provando que a educação e a transformação andam lado a lado, o preparatório “Os Pedagógicos” está promovendo diversas lives comemorativas com o intuito de celebrar os 6 anos de atuação na área dos concursos público. Pontuando diversos tópicos essenciais para os professores que almejam uma aprovação certeira nos editais voltados à educação, os encontros virtuais são realizados através do canal do Youtube, sempre com muito bom humor, que é marca registrada de Os Pedagógicos. Fundado pelos sócios William Dornela e Carlinhos Costa, o cursinho preparatório para concursos na área de educação, que hoje já se tornou uma das maiores plataformas de ensino voltada para concursos na área da educação do Brasil, teve início em um pequeno cômodo do DF e conta com mais de 67 mil alunos no Brasil e até em outos países. Já o canal da dupla na plataforma de videos Youtube, que dissemina conteúdos gratuitos diariamente, já conta com quase 400 mil inscritos e 160 mil horas de exibição por mês. “Inicialmente, decidimos unir forças para permitir que os nossos alunos tivessem a oportunidade de mudar de vida através do estudo. A consolidação do canal e do curso preparatório Os Pedagógicos como uma plataforma democrática que promove a transformação marca não somente a realização de nossos sonhos como educadores, mas também atesta que a educação é, sem dúvidas, o maior agente transformador de nossas vidas”, ressalta Carlinhos Costa. Somando mais de 20 mil aprovados durante a próspera trajetória de 6 anos de existência, a criação da plataforma de ensino online foi uma peça fundamental para alcançar o País, incluindo pequenos municípios brasileiros que careciam de materiais acessíveis e de qualidade para que os professores pudessem se preparar para os certames públicos. Ainda como parte das comemorações, no início do ano, a dupla de educadores lançou o aplicativo Passaporte Pedagógico, que funciona como uma “Netflix” dos estudos ao reunir todos os preparatórios desenvolvidos pela ao longo dos anos. “Além do reconhecimento pela qualidade da didática, pelo número de aprovações e pelas histórias de superação que colecionamos ao longo dos últimos anos, é muito gratificante poder vivenciar um sonho que se tornou realidade e que hoje impacta positivamente na vida de tantas pessoas no Brasil e no mundo afora. Para o futuro, queremos que Os Pedagógicos continuem estimulando a todos a alcançarem seus objetivos, seja através dos nossos aulões presenciais ou de nossas lives virtuais”, conclui William Dornela. As aulas comemorativas vão até sexta-feira, dia 23, a partir das 7h da manhã, quando o professor Fabrício Dutra irá abordar o tema “Fonética e Fonologia”. A primeira live, dia 21, teve início às 18h15 e foi liderado pelos professores Guilherme Augusto e Késsia Montezuma, que abordaram o tema “Diversidade e Inclusão e BNCC”. Já na quinta, dia 22, a live de “Raciocínio Lógico – Razão e Proporção” teve início às 7h com o professor Diogo Carneiro e, a partir das 19h, Suzele Veloso o tema é as alterações do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) realizadas em 2023, com a professora Suzele Veloso. Sobre Os Pedagógicos – Com mais de 300 mil inscritos no canal do Youtube, o preparatório para concursos “Os Pedagógicos” surgiu da união dos professores William Dornela e Carlinhos Costa, que juntos administram uma das maiores plataformas de ensino voltadas para concursos públicos na área da Educação. Ensinando o conteúdo de forma imersiva e bem humorada, Os Pedagógicos cobrem uma grande variedade de assuntos e também fornecem dicas valiosas para os concurseiros que sonham com a carreira pública. Além disso, possuem um aplicativo digital de ensino totalmente gratuito e já contam com mais de 1000 aulas pré-gravadas. Serviço Aplicativo gratuito: app.ospedagogicosblog.com.br Youtube: https://www.youtube.com/@OsPedagogicos Instagram: https://www.instagram.com/ospedagogicos/
Como manter a motivação enquanto estuda para concursos

A preparação para concursos públicos exige disciplina, dedicação e, acima de tudo, motivação. No entanto, ao longo da jornada de estudos, é comum enfrentar desafios que podem abalar essa motivação. Neste artigo, compartilharemos dicas práticas para ajudar você a manter-se motivado ao longo do caminho, com foco no gerenciamento do tempo, estabelecimento de metas, cuidados com a saúde mental e técnicas eficazes para superar a procrastinação. Gerenciamento do tempo: Um dos principais obstáculos enfrentados pelos concurseiros é a sensação de falta de tempo. Para superar essa questão, é essencial estabelecer uma rotina de estudos bem estruturada. Organize seu tempo de forma eficiente, reservando períodos específicos para cada disciplina e revisão e comece marcando um horário fixo para seus estudos. Nossos alunos, por exemplo, têm como rotina estudar todos os dias às 19h, em nossas aulas gratuitas no YouTube. Utilize técnicas de gerenciamento, como o método TEES (Teoria, Escrita, Exercício e Simulado), um ciclo onde você organiza as fases dos seus estudos e testa seus conhecimentos com um simulado. Estabelecimento de metas: Ter metas claras e tangíveis é fundamental para manter a motivação ao longo da preparação. Defina objetivos realistas e divida-os em metas menores e alcançáveis a curto prazo. Isso permitirá que você celebre cada conquista, mantendo o entusiasmo e a motivação. Anote suas metas em um lugar visível e lembre-se constantemente do propósito e dos benefícios que a aprovação trará para sua vida. Cuidados com a saúde mental: A saúde mental desempenha um papel crucial na motivação e no desempenho nos estudos. Aqui tem uma aula com o Psicanalista André Biage sobre inteligência emocional para concurseiros. Reserve tempo para cuidar de si mesmo, praticando atividades que promovam o bem-estar mental, como exercícios físicos, meditação, leitura prazerosa ou hobbies relaxantes. Mantenha uma alimentação equilibrada e durma adequadamente, pois a falta de descanso afeta negativamente o foco e a concentração. Técnicas para superar a procrastinação: A procrastinação pode ser um grande obstáculo para manter a motivação nos estudos. Para superá-la, identifique as causas subjacentes desse comportamento e adote estratégias eficazes. Divida as tarefas em partes menores e comece com as mais simples, eliminando a sensação de sobrecarga. Aqui tem uma aula sobre cronograma de estudos para você conseguir se organizar e se livrar da procrastinação. Estabeleça prazos e comprometa-se com o cumprimento das atividades. Busque o apoio de grupos de estudo ou encontre um parceiro de estudos, dessa forma, vocês poderão se motivar mutuamente. Manter a motivação nos estudos para concursos é um desafio, mas não é impossível. Ao adotar técnicas eficazes, como o gerenciamento do tempo, estabelecimento de metas, cuidados com a saúde mental e superação da procrastinação, você estará no caminho certo para alcançar o sucesso. Lembre-se de que a jornada de preparação é longa, mas cada pequeno passo dado é uma conquista rumo ao seu objetivo. Mantenha-se focado, confie no seu potencial e lembre-se sempre do motivo que o levou a buscar essa aprovação. No que depender de nós, estaremos aqui para oferecer conteúdos gratuitos que serão valiosos para sua aprovação!
Direitos Fundamentais do ECA: Quais Artigos Estudar?

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é um assunto recorrentemente cobrado em provas de concursos públicos, principalmente em editais da área da educação. Nesse sentido, um dos assuntos mais abordados pelas bancas são os Direitos Fundamentais previstos no Estatuto. Contudo, os direitos fundamentais não são encontrados em um único lugar, como as competências gerais da BNCC, por exemplo. Neste artigo, vamos te mostrar os caminhos certos para estudar os direitos fundamentais do ECA e em quais artigos você vai encontrar a descrição de cada um desses pontos, para conseguir estudar de forma mais assertiva e facilitar seu caminho até a aprovação! Direitos Fundamentais do ECA: Direito à Vida e à Saúde – (arts. 7 a 14) Todos os indivíduos na fase da infância e adolescência possuem o direito fundamental de receber cuidados médicos adequados e informações confiáveis sobre sua saúde, em todas as etapas da vida. Direito à Liberdade, Respeito e Dignidade – (arts. 15 a 18) As crianças e adolescentes têm o direito inalienável de serem livres e serem tratados com respeito e dignidade, sem sofrerem punições degradantes ou qualquer forma de violência, em qualquer circunstância, assim como qualquer ser humano. Direito à Convivência Familiar e Comunitária – (arts. 19 a 52) Todas as crianças e adolescentes têm o direito de conviver em um ambiente familiar, seja ele natural ou afetivo, e estabelecer laços sociais nos locais em que vivem. Direito à Educação, Cultura, Esporte e Lazer – (arts. 53 a 59) Acesso à educação, a oportunidades culturais, prática esportiva e momentos de lazer são direitos fundamentais de todas as crianças e adolescentes. Direito à Profissionalização e Proteção no Trabalho – (arts. 60 a 69) A partir dos 14 anos, os adolescentes têm o direito de iniciar sua trajetória profissional, desde que sejam garantidos seus direitos trabalhistas e respeitadas as condições de aprendizagem, visando sua dignidade e proteção. Os direitos e garantias estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente são considerados direitos humanos, e é responsabilidade tanto da família quanto das autoridades governamentais e da sociedade em geral assegurar a proteção e o pleno desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens em todo o território brasileiro. Dessa maneira, fique atento à esses direitos para não se confundir na hora da sua prova. Se você quer estudar ECA, aqui tem uma aula com a professora Suzele Veloso, onde ela mostra os principais assuntos e o formato de cobrança do assunto na hora da prova!
Maioria da população do DF não leu nenhum livro nos últimos 3 meses, aponta pesquisa.

“A maioria da população do Distrito Federal não leu nenhum livro nos últimos três meses. O índice chega a 55%, de acordo com uma pesquisa do ObservaDF, vinculado à Universidade de Brasília (UnB). O levantamento mostra também que os homens leem com menos frequência que as mulheres, e que a leitura mais frequente entre jovens. O hábito é mais popular entre jovens de 16 a 24 anos, já para pessoas na faixa entre 35 e 44 anos, ler é menos presente no cotidiano. A pesquisa ainda revela que apenas 23% dos entrevistados têm o costume de leitura “quase” diária. Os pesquisadores apontam que o hábito de leitura tem relação direta com a situação econômica. No grupo de entrevistados de maior renda, 25,7% leem quase diariamente. O número cai para 13,1% entre os com menor rendimento.” Fonte: G1
10 Dicas de Português que vão salvar a sua redação!

A nossa bela língua portuguesa quase sempre nos deixa cheios de dúvidas, não é mesmo? A nossa Gramática ainda é um grande mistério para muitas pessoas e, apesar de sermos falantes habilidosos e de sabermos adequar a linguagem de acordo com a necessidade de cada situação, por vezes ficamos na dúvida sobre o uso correto de algumas expressões. Às vezes cometemos erros sem sequer sabê-los, por isso é importante ler bastante e ficar atento às dicas de português. Hoje vamos falar sobre dez dúvidas linguísticas frequentes entre os falantes. Certamente você vai se identificar e resolver alguns questionamentos que sempre insistiram em te acompanhar. São dicas simples, mas extremamente úteis para o seu dia a dia. Vamos lá? ⇒ Dica 1: Para mim fazer ou para que eu faça? Bom, para acabar de vez com a dúvida, basta pensar que mim é um pronome pessoal obliquio, portanto não pode exercer função de sujeito em uma oração. O mim não faz nada, certo? O correto é passar a oração para o presente do subjuntivo: “para que eu faça” . ⇒ Dica 2: Menas ou menos? Essa é fácil, até porque a forma menas simplesmente não existe. ⇒ Dica 3: Como se diz, quatorze ou catorze? Você pode optar por qualquer uma das formas, pois ambas estão corretas. ⇒ Dica 4: São uma hora da tarde ou é uma hora da tarde? O verbo ser deve concordar com as horas, portanto “é uma hora da tarde”, “são duas horas da tarde” e assim por diante. Lembre-se de que “são doze horas”, mas se for substituir o “doze horas” por “meio-dia”, então será “é meio-dia”. ⇒ Dica 5: Está fazendo zero graus ou está fazendo zero grau? Se o zero é singular, devemos, pois, atentar-nos à concordância. O correto é “zero grau”, no singular. ⇒ Dica 6: Anexo ou em anexo? Dizer que algo está em anexo é o mesmo que dizer que algo está anexado, portanto a palavra deve concordar com o substantivo a que se refere: Anexas seguem as promissórias. Anexo segue o recibo. Os documentos solicitados estão anexos. Em anexo é uma forma invariável, portanto não vai para o feminino e nem para o plural: Em anexo, seguem as promissórias. Em anexo, segue o recibo. Em anexo, seguem os documentos solicitados. ⇒ Dica 7: Seje ou seja? Essa também é fácil, até porque não existe a forma seje, tampouco esteje. No presente do subjuntivo, os verbos ser e estar são seja, esteja e tenha. ⇒ Dica 8: Ela sempre quiz ou ela sempre quis? A forma adequada do verbo querer na 3ª pessoa do pretério perfeito do indicativo é quis. ⇒ Dica 9: Houveram muitos desentendimentos ou houve muitos desentendimentos? Quando ao verbo haver for atribuído o sentido de existir ou acontecer, ele é impessoal, isto é, sem sujeito, portanto só pode ser usado no singular. O correto é “houve muitos problemas”. ⇒ Dica 10: Degraus ou degrais? Só existe uma forma correta para o plural da palavra degrau, e essa forma é degraus. A terminação -ais deve ser empregada apenas nas palavras terminadas em -al, como canais, animais, anuais etc. Viu só? São dez dicas simples de português que vão ajudá-lo(a) a dissipar todas as dúvidas que tanto incomodam no dia a dia. Bons estudos! Fonte: www.portugues.com.br
Em seis meses escolas sofreram mais ataques que todo o ano de 2022 e bate recorde.

O ataque ocorrido na manhã da segunda-feira, 19, em uma escola em Cambé, no Paraná, deixou dois alunos mortos, já é o sétimo registro no ano de 2023. Segundo o Instituto Sou da Paz, desde 2002, este é o recorde de casos em um mesmo ano, em apenas seis meses já foram registrados mais casos do que no ano inteiro de 2022. Dos 22 anos analisados, em 12 anos não houve nenhum ataque à escolas. Em 2002 ocorreu um caso, em 2003 mais um, em 2011 foram dois, em 2012 houve um, em 2017 mais um, em 2018 também um, em 2019 foram três, em 2021 ocorreram dois, em 2022 foram seis e este ano já soma sete casos. Desde 2002 foram contabilizados 25 ataques, com 139 vítimas: 46 pessoas morreram e 93 sobreviveram. “O estudo mostra que a disponibilidade de armas em residências favorece esse tipo de crime e aumenta a letalidade, colocando em evidência o quão crucial é o controle do acesso e do armazenamento dessas armas para redução da letalidade destes eventos, já que ferimentos com armas brancas e de pressão são menos graves e têm mais chances de defesa, socorro e recuperação da vítima”, afirma Carolina Ricardo, diretora-executiva do Instituto Sou da Paz. Em pelo menos dois casos o agressor estava meses sem ir às aulas e não foi praticada nenhuma providência de busca ativa, o que, segundo o estudo, contribui para o isolamento e radicalização desses estudantes ao ficarem longe do ambiente escolar. Em pelo menos 20 dos 25 casos houve planejamento por semanas ou meses. No ataque desta segunda-feira em Cambé, a polícia encontrou com o agressor anotações sobre ataques em escolas, incluindo um de Suzano, em São Paulo. “Este diagnóstico reforça tanto um diálogo entre os casos e os autores como reforça que há um prazo hábil para que funcionários, professores, alunos e pais possam notar mudanças de comportamento ou até atos preparatórios e consigam tomar medidas para intervir precocemente e prevenir os ataques”, registra o Instituto Sou da Paz. “É necessário estruturar e preparar a comunidade escolar para identificar os sinais antes dos ataques e agir com eficácia”, recomenda texto divulgado pela entidade nesta segunda-feira. Fonte: CNN Foto: Felipe França
Educação Integral e Educação em tempo Integral, qual a diferença?

Integralidade pode ser um assunto confuso se ligado às palavras erradas. Muitas vezes, podemos ver equívocos sobre o assunto, confundindo os termos. Aqui, vamos esclarecer a diferença entre Educação Integral e Educação em tempo integral. Inclusive, esse assunto pode ser usado para confundir concurseiros que desejam ingressar em cargos públicos na área da educação. Pois a BNCC é um dos assuntos mais abordados em prova. Educação Integral é quando a escola se preocupa com o cognitivo, o afetivo, o psicomotor e o social. Ou seja, com a integralidade ou a totalidade do aluno. Um compromisso previsto na BNCC, que visa aprendizagens sintonizadas com as necessidades, as possibilidades e os interesses dos estudantes e, também, com os desafios da sociedade contemporânea. Já a educação em tempo integral, é quando o aluno passa, pelo menos, 7 horas na escola. Tendo uma jornada na escola maior do que a convencional. Fique atento, professor, pois isso pode cair na sua prova. Para não confundir, aqui vai a dica dos nossos professores: Educação em tempo Integral: lembre-se do relógio e que o aluno precisa passar, pelo menos, 7 horas na escola. Educação Integral: lembre-se da totalidade do aluno. E para te ajudar a dominar qualquer assunto sobre a Base Nacional Comum Curricular, aqui tem uma aula gratuita no YouTube dos Pedagógicos sobre as 10 dúvidas frequentes da BNCC com o professor Carlinhos Costa!

