3 passos para estudar conhecimentos pedagógicos e garantir sua aprovação
Muita gente se sente perdida quando vai começar a estudar para concurso da carreira educacional, por isso preparamos esse artigo com 3 passos para estudar conhecimentos pedagógicos que vão te ajudar no início de sua preparação. Existem várias técnicas por aí que podem te deixar confuso e acabar atrapalhando seu desempenho e, consequentemente, sua aprovação, então fique atento para não acabar se frustrando no final. Como nós já fomos aprovados inúmeras vezes e atualmente somos professores concursados da SEDF, podemos te dizer com segurança como você deve iniciar seus estudos de maneira objetiva e eficaz. Preste atenção, esse artigo é válido, principalmente para quem possui tempo hábil entre o edital e a prova ou ainda está aguardando a publicação do edital. É importante ter em mente que sua preparação deve começar preferencialmente antes da publicação do edital para que você consiga estudar e revisar todos os conteúdos cobrados na prova. Se você não se enquadra nesses termos, nós podemos te dar dicas de como se preparar com tempo reduzido em um outro artigo. 3 áreas mais importantes de Conhecimento Pedagógico – Por onde você deve começar Vamos delimitar as 3 áreas mais importantes dos conhecimentos pedagógicos para que você não fique perdido em meio aos conteúdos que precisa estudar. Organização do Trabalho Pedagógico (OTP): já fizemos um panorama sobre o tema aqui em nosso blog. Esse tema é importante, pois envolve o processo ensino aprendizagem, avaliação, PPP e planejamento, por exemplo. É importante ter em mente que para que o professor alcance seu objetivo, é preciso que ele consiga organizar todo o trabalho pedagógico. História da Educação: também temos alguns artigos sobre o tema disponíveis em nosso blog sobre o tema. Legislação Educacional: temas como a LDB, DCN, PNE e PDE precisam estar em seu cronograma de estudos. Afinal são muitos artigos e bastante conhecimento que você precisa dominar. Mas se você entende a legislação educacional você consegue compreender os dois pontos mencionados anteriormente com mais facilidade. Essas são as áreas em que você deve concentrar seu estudo, isso é claro, aliado aos temas específicos do seu Estado ou município. Já sei o que devo estudar, mas como estudar conhecimentos pedagógicos? Essa é uma pergunta que muita gente se faz e vamos te dar alguns passos de como você deve estudar os conteúdos de conhecimentos pedagógicos que mencionamos no tópico anterior. Então confira como sua trajetória de estudos deve ser e o que ela deve conter: Teoria – é importante que você domine a teoria dos conteúdos abordados em seu edital. É importante ressaltar que o entendimento da teoria implica dizer que você precisa ter contato com bons materiais e incluem a letra “seca” da lei e as biografias indicadas no edital, como um bom exemplo do que você deve estudar. Vale lembrar que elaborar seus próprios resumos sobre o conteúdo aprendido também é uma ótima maneira de revisar os conteúdos e fixar ainda mais o conhecimento. Exercícios – você já domina o conteúdo teórico, mas precisa saber aplicar todo esse conhecimento na resolução das questões da banca que vai organizar sua prova. Sim, é importante focar na banca que vai organizar seu certame, pois cada banca possui uma maneira de cobrar os assuntos. Nós fizemos análises das principais bancas e você pode conferir aqui. Se ainda não tem edital e banca definida – então aperte o cinto e foque na resolução de questões até que seja divulgada a banca organizadora. Assim, quando a banca for anunciada, você já estará à frente. Nesse ponto, é importante que você mantenha um “caderninho de erros”, com os principais erros cometidos durante a resolução das questões e você terá um feedback de quais assuntos precisam ser mais trabalhados. O feedback vai servir como base tanto para identificar os pontos fracos do seu material quanto para reorientar o estudo. Faça revisões constantes – já mencionamos que a revisão ajuda na fixação dos conteúdos e te ajuda a manter todo o conhecimento sempre em mente. Mas não consigo fazer tudo isso sozinho, e agora? Se depois de ler tudo isso você ainda se sente inseguro, fique tranquilo. Nós preparamos um material focado nas prefeituras e municípios que pode te ajudar onde você estiver e com possibilidade de uma mentoria coletiva com a gente! Quer saber mais e ter a melhor preparação para concursos públicos da carreira educacional? Então conheça o nosso método mais e garanta sua vaga. Se tiver alguma dúvida, deixe nos comentários. E não se esqueça de nos acompanhar pelas redes sociais Carlinhos e William. Acompanhe nosso canal no Youtube, sempre tem novidade e live toda terça-feira às 19h.
OTP – Organização do Trabalho Pedagógico: tudo o que você precisa saber
A OTP, Organização do Trabalho Pedagógico, geralmente é associada ao planejamento e à avaliação, mas tem sido cobrada em provas de maneira independente. Por isso, preparamos um panorama sobre o tema para te ajudar em sua preparação. Sendo assim, falaremos um pouco sobre a OTP que acontece na sala de aula e o que permite que ela aconteça com a qualidade esperada. Vamos abordar tópicos como o processo de ensino aprendizagem, o educar e o cuidar, qualidade, planejamento, coordenação e interdisciplinaridade. Processo ensino-aprendizagem na OTP Primeiramente, vamos relembrar quais são os quatro componentes do processo ensino-aprendizagem: Objetivos – retratam o que se espera alcançar junto ao estudante e precisam ser previamente definidos. Podem ser categorizados como gerais ou específicos; Conteúdos – são definidos a partir da definição dos objetivos. São divididos em 3 frentes: conceituais, procedimentais e atitudinais; Métodos – a partir da definição de conteúdos, é preciso escolher os melhores métodos a fim de alcançar os objetivos previamente definidos. Há cinco classificações para Libâneo: expositivo, em grupo, elaboração conjunta, trabalho independente e atividades especiais; Avaliação – é feita para estabelecer se os métodos foram eficazes, se os conteúdos foram bem selecionados e se os objetivos foram alcançados, por isso, a avaliação tende a ser formativa durante todo o processo. Vale lembrar que a quantidade de componentes depende da visão, do autor, do sistema e, nesse sentido, a avaliação possui uma relação dialética importante com os objetivos, uma relação importante com os conteúdos ligados à transformação dos conteúdos de maneira a garantir que estes sejam utilizados e está relacionada aos métodos com relação à eficácia. O educar, o cuidar e a qualidade É importante que você tenha em mente que quando falamos sobre o educar e cuidar estamos nos referindo a qualidade social, ou seja, às DCN’s e vamos abordar alguns pontos para te ajudar. O conceito de educar e cuidar não é válido apenas para a educação infantil. Ele é indissociável e precisa ser considerado ao longo de toda a educação básica e podendo ser encontrada nas DCN’s de ensino fundamental associadas ao termo acolhimento. Qualidade social – está expressa na Resolução nº 04/10 CNE/CEB, que é a Resolução que vai tratar da educação básica. Isto é, refere-se ao ideal escolar que se pretende atingir e que possui consciência política (intencional), compromisso com a sua comunidade e realidade. As DCN’s afirmam ainda que para alcançar uma escola com a qualidade social esperada é preciso que seja uma conquista coletiva, pois é preciso que todos (pais, estudantes e profissionais de educação) estejam envolvidos. Sendo assim, a principal característica da escola de qualidade social é a redução dos índices de reprovação, de distorção ( incompatibilidade entre a idade e o ano letivo cursado pelo aluno) e o de evasão escolar (abandono escolar). Planejamento O planejamento pode ser divido em quatro esferas ou níveis que precisam ser compreendidos. Tenha em mente que no ato de planejar é essencial que a coletividade mencionada no tópico anterior também esteja presente. Pois, o planejamento deve ser participativo. São eles: O primeiro nível é o educacional, que está diretamente ligado à educação e à sociedade; O segundo nível é o escolar em que se constrói o PPP de maneira que envolva aspectos administrativos e as necessidades da comunidade escolar como um todo; O terceiro é o nível curricular que trata da ação, do que se vai aprender, da formação dos valores e o que será experienciado; O quarto é o ensino, mais conhecido como plano de trabalho docente e que possui um subnível: plano de aula ou sequências didáticas. É importante frisar que qualquer um dos níveis citados deve ser articulado com os demais, ou seja, não há uma independência ao outro, mas todos são complementares entre si. Quer saber sobre coordenação e interdisciplinaridade e ainda resolver questões sobre a OTP e os temas abordados nesse artigo? Então acompanhe o vídeo abaixo e teste seus conhecimentos. Se tiver alguma dúvida, deixe nos comentários. E não se esqueça de nos acompanhar pelas redes sociais Carlinhos e William. Acompanhe nosso canal no Youtube, sempre tem novidade e live toda terça-feira. Se quiser dominar o conteúdo de LDB, temos material focado no desenvolvimento do concursando de carreiras educacionais dos Pedagógicos, clique aqui e confira também nossa série LDB passo a passo.
Tic’s: Tecnologia de Informação e Comunicação na Educação são mesmo importantes?
As Tecnologias de Informação e Comunicação nunca foram tão necessárias para a educação como agora. As TIC’s, como são conhecidas, estão fazendo cada vez mais parte do cotidiano de professores e alunos, além claro, de serem cobradas nas principais provas para professor. Apesar disso, muitos ainda se perguntam se elas são importantes e se devem ser estudadas. A resposta, caro concurseiro, é sim, com certeza! Elas são importantes e vamos falar um pouco do que pode ser cobrado em provas sobre esse assunto. O tema ainda é motivo de preconceito e, por isso, é deixado de lado por muitos profissionais da educação, mas é preciso entender que a educação, assim como a sociedade, possui um processo de evolução constante e precisa estar atrelada às novas configurações impostas pela sociedade. As TIC’s são bastante associadas ao ensino EaD, mas não estão somente no ensino à distância, pois valem tanto para o ensino presencial, no sentido de potencializar as aprendizagens, e no EaD são usadas como recursos para os ambientes virtuais de aprendizagem, por exemplo. É importante ter em mente que as TIC’s vão trazer a possibilidade de produzir, compartilhar, armazenar e processar informação de maneira mais eficiente, célere e com qualidade. E mais do que saber como usar as ferramentas, é importante que o professor entenda sua finalidade educativa. Ou seja, é preciso ter claro o quê, como e para quê utilizar as tecnologias dentro do contexto pedagógico. Afinal, no ambiente educacional o uso das tic’s possui 3 características principais: Tornar o ensino mais acessível e democrático; Modificar a Organização do Trabalho Pedagógico (OTP), pois é necessário construir novos processos de ensino-aprendizagem; Possibilitar variabilidade e dinamicidade didática; Tic’s o que pode ser cobrado nas provas? Preparamos uma live com algumas questões sobre o tema para que você esteja preparado para sua prova. Confira: Se tiver alguma dúvida, deixe nos comentários. E não se esqueça de nos acompanhar pelas redes sociais Carlinhos e William. Acompanhe nosso canal no Youtube, sempre tem novidade e live toda terça-feira. Se quiser dominar o conteúdo de LDB, temos material focado no desenvolvimento do concursando de carreiras educacionais dos Pedagógicos, clique aqui e confira também nossa série LDB passo a passo.
PDE: entenda a importância do Plano Distrital de Educação
O PDE ou Plano Distrital de Educação (Lei 5.499/15) é um plano que vale para quem vai atuar como professor da SEDF e costuma ser cobrado nas provas para o concurso, tanto para professor temporário, quanto para efetivo no Distrito Federal. É importante deixar claro que o PDE é diferente do PNE, que é da União, e dos planos estaduais e municipais. Então tenha em mente a diferença e onde encontrar os documentos: PNE: é regido pela Lei Federal 13.005/14 PDE: é regido pela Lei Distrital 5.499/15 Tenha em mente que os dois planos possuem validade decenal, ou seja, a cada 10 anos os documentos são revistos por órgãos responsáveis. Nesse sentido, a partir do PNE é preciso construir ou ajustar, em até um ano, o PDE. Além disso, o PDE é uma exigência da Lei Orgânica do Distrito Federal (LODF) e é preciso ouvir cada instância deliberativa, ou seja, cada escola que compõe a rede de ensino pode contribuir com as melhores políticas públicas para educação tendo em vista que é preciso ter noção da necessidade da rede distrital. Principais diferenças entre PNE e PDE diferente do PNE, o PDE possui 13 diretrizes, 21 metas e 411 estratégias. Você precisa estar atento, pois algumas provas costumam cobrar quais as são as estratégias e pode ser difícil se familiarizar com cada uma delas. Outro ponto bastante cobrado é quanto ao planejamento do PDE, que é participativo e está descrito no art. 1º da Lei. Com relação às instâncias que vão avaliar e monitorar o PDE, é preciso ter cuidado para não confundir com as do PNE. Separamos as instâncias responsáveis por cada um para facilitar sua aprendizagem: Instâncias PNE: MEC Fórum Nacional de Educação Conselho Nacional de Educação Congresso Nacional Instâncias PDE: Secretaria de Educação – acompanha, avalia e monitora; Fórum Distrital de Educação Conselho de Educação do DF – órgão normativo, consultivo, de deliberação coletiva e assessoramento superior à Secretaria de Educação Câmara Legislativa do DF É importante destacar que o documento só vai se materializar a partir da Conferência Distrital de Educação, em que são debatidas as políticas apresentadas pelas redes de ensino. Ela passa a vigorar após a sanção do governador vigente. Preparamos um vídeo com questões sobre o tema para que você exercitar seus conhecimentos sobre o tema. Confira: Se tiver alguma dúvida, deixe nos comentários. E não se esqueça de nos acompanhar pelas redes sociais Carlinhos e William. Acompanhe nosso canal no Youtube, sempre tem novidade e live toda terça-feira. Se quiser dominar o conteúdo de LDB, temos material focado no desenvolvimento do concursando de carreiras educacionais dos Pedagógicos, clique aqui e confira também nossa série LDB passo a passo.
PCN’s ainda são válidos? Descubra agora
Os Parâmetros Curriculares Nacionais, mais conhecidos como PCN’s costumam cair bastante em provas e quem estuda para concurso pode ficar perdido, afinal, os PCN’s ainda são válidos? Essa é a resposta que vamos te dar nesse artigo e o motivo deles não serem cobrados em todas as provas, então se tiver dúvidas, fique à vontade para deixar suas dúvidas nos comentários. Antes de começarmos, você precisa entender o que são PCN’s e para que servem. Trata-se de documentos que compõem a grade curricular de uma instituição educativa. Esse material foi elaborado a fim de servir como ponto de partida para o trabalho docente, norteando as atividades realizadas na sala de aula. É importante deixar claro que cada instituição deve montar o seu PPP, adaptando esses conteúdos à realidade social da localidade da rede de ensino. Esse conteúdo, apesar de não ser cobrado na SEDF, é cobrado em provas para prefeituras e podem ajudar a resolver questões de DCN’s e de BNCC, por exemplo, pois todos fazem referência ao currículo escolar. Tenha em mente que boa parte das provas que cobram esse assunto, costuma abordar as características gerais do livro de introdução e em caso de componente específico (biologia, artes, português etc.), os artigos relacionados ao componente, então fique esperto. É importante que você entenda que os PCN’s estão em desuso por não terem sido atualizado em conformidade com as legislações educacionais vigentes. Eles foram elaborados a partir da década de 90, mas não foram adaptados à nov realidade. Ou seja, eles pode ser utilizado, mas não é a regra como as DCN’s e a BNCC, que são obrigatórias. Características dos PCN’s Os PCN’s foram criados em 1997 no movimento pós LDB que tinha como finalidade aumentar a qualidade da educação no Brasil. Para te ajudar em sua preparação, separamos as principais características dos parâmetros, são eles: Foi construído por acadêmicos e é um referencial facultativo para os sistemas de ensino e para os professores que atuam em redes de ensino distantes; Por ser um referencial, é bastante flexível e não prega a uniformização, já que têm a finalidade de ajudar a construir um currículo crítico. Também não deve ser considerado como grade curricular; Não será substituído pela BNCC, mas ambos os documentos devem ser complementares. Se quer saber mais sobre os PCN’s e resolver questões, dá uma conferida nesse vídeo que fizemos sobre o tema: Se tiver alguma dúvida, deixe nos comentários. E não se esqueça de nos acompanhar pelas redes sociais Carlinhos e William. Acompanhe nosso canal no Youtube, sempre tem novidade e live toda terça-feira. Se quiser dominar o conteúdo de LDB, temos material focado no desenvolvimento do concursando de carreiras educacionais dos Pedagógicos, clique aqui e confira também nossa série LDB passo a passo.
Fundeb 2021 – Tudo o que precisa saber sobre o novo Fundeb
O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, mais conhecido como Fundeb é um conjunto de 27 fundos que serve como mecanismo de redistribuição de recursos destinados à Educação Básica. Por isso, entender como ele funciona é importante para quem quer ser professor efetivo. Vale lembrar que o fundo já foi conhecido como Fundef e foi adicionado ao texto da Constituição Federal no artigo nº 212A pela emenda Constitucional 108/2020. Esse assunto é frequentemente abordado nas mídias noticiosas e pode cair em algumas provas também, por isso é importante estar sempre acompanhando as atualizações sobre o tema. O Fundeb é uma ferramenta essencial para a distribuição de recursos a fim de minimizar a desigualdade na educação e só em 2019 movimentou 170 bilhões reais para a educação. Cerca de 90% dos recursos do Fundeb vêm de impostos coletados nos âmbitos estadual e municipal, e os outros 10% vêm do governo federal. Os repasses da União não entram no teto de gastos (Emenda Constitucional 95, de 2016). A prioridade em receber os recursos oriundos do Fundeb é das instituições que possuem um valor por aluno menor que a média do Brasil. É feito um cálculo em que o valor por aluno é x e os municípios que não alcançam esse valor com arrecadação própria são amparados pelo Fundeb. Apesar do repasse feito, o fundo acabaria em 2020. Foram feitas modificações rápidas para que o Fundeb fosse renovado, o que resultou no que chamamos de Novo Fundeb que tem uma mudança que interfere diretamente no salário dos professores. Outra mudança significativa é que o fundo terá um valor ainda maior, para contribuir ainda mais com a qualidade do ensino em todo o nosso país. Novo Fundeb 2021: o que você precisa saber Atualmente, o fundo garante dois terços dos recursos que os municípios investem em educação. A emenda aumenta dos atuais 10% para 23% a participação da União no Fundo. Essa participação será elevada de forma gradual: em 2021 começará com 12%; passando para 15% em 2022; 17% em 2023; 19% em 2024; 21% em 2025; e 23% em 2026. Os valores alocados pelo governo federal continuarão a ser distribuídos para os entes federativos que não alcançarem o valor anual mínimo aplicado por aluno na educação. O fundo continuará recebendo o equivalente a 20% dos impostos municipais e estaduais e das transferências constitucionais de parte dos tributos federais. Ou seja, os entes federativos deverão usar os recursos do Fundeb exclusivamente em sua atuação prioritária definida na Constituição: os municípios cuidam da educação infantil e do ensino fundamental; e os estados, do ensino fundamental. Para saber mais sobre o Fundeb, confira a aula gratuita que fizemos sobre o tema que é cobrado em diversas provas. Se tiver alguma dúvida, deixe nos comentários. E não se esqueça de nos acompanhar pelas redes sociais Carlinhos e William. Acompanhe nosso canal no Youtube, sempre tem novidade e live toda terça-feira. Se quiser dominar o conteúdo de LDB, temos material focado no desenvolvimento do concursando de carreiras educacionais dos Pedagógicos, clique aqui e confira também nossa série LDB passo a passo.
O que são DCNs para o Ensino Fundamental
As Diretrizes curriculares nacionais ou simplesmente chamadas de DCN’s são um tema importante na preparação de todo concurseiro ou mesmo estudantes de pedagogia. São muitas as dúvidas sobre o que são DCN’s, sua aplicabilidade e onde encontrar esses documentos que são bastante cobrados em prova. Por isso, preparamos esse artigo para sanar algumas dúvidas e facilitar seus estudos. A resolução nº 07/2010 do Conselho Nacional de Educação (CNE) é a responsável por abordar as DCN’s para o ensino fundamental, estendendo o ensino fundamental para o período de 9 anos. É importante ter em mente que as DCN’s são documentos oficiais normativos obrigatórios que devem ser seguidos por todas as redes de ensino. A ampliação de 8 para 9 anos mencionada iniciou em 2005 e teve o objetivo de proporcionar mais tempo de convívio escolar fornecendo mais oportunidades de aprendizagem aos educandos. Além disso, o aumento proporcionou flexibilidade do processo de ensino-aprendizagem. A alteração, feita pela lei 11.274/2006 que alterou o artigo 32 da LDB, determinava que até 2010 todas as unidades de ensino adotassem a regra. Vamos te apresentar quais artigos são mais cobrados em provas, mas é importante que você conheça os normativos por completo. Você pode encontrar esses documentos no site do MEC, mas vamos deixar alguns links importantes ao final deste artigo para facilitar seus estudos. Artigos mais cobrados na DCN para o ensino fundamental Ao todo são 50 artigos expressos nas DCN’s do ensino fundamental, mas apenas 13 são frequentemente cobrados nas principais provas da carreira de magistério e vamos enumerá-las: Artigos 03, 04 e 05: esses artigos são importantes, pois trazem os fundamentos para o ensino fundamental e a perspectiva da escola com qualidade social. Além disso, abordam os conceitos de relevância, pertinência e equidade; Artigo 06: esse artigo aborda os princípios éticos, políticos e estéticos, que são bastante cobrados em provas; Artigo 07: trata dos 04 objetivos do ensino fundamental; Artigo 08: trata sobre critérios de matrícula e propõe a data de 31/03 para determinar se a criança será matriculada nos anos iniciais do ensino fundamental ou na pré-escola da educação infantil; Artigo 09: fala sobre o conceito de currículo; Artigos 15,16 e 17: fala sobre os componentes curriculares – inclusive sobre ensino religioso durante o ensino fundamental -, sobre a ideia da base comum e parte diversificada; Artigos 29, 30 e 31: tratam sobre as articulações e a continuidade da trajetória escolar. Há artigos que falam sobre avaliação, modalidades da educação e outros, mas esses artigos podem ser vistos nas DCN’s gerais e as modalidades podem ser vistas também nas DCN’s específicas. Onde encontrar as DCN’s? Separamos os links para te ajudar a estudar as DCN’s por categoria. Educação Básica Educação Infantil Ensino Fundamental Ensino Médio 01 Ensino Médio 02 Todas as DCNs Se tiver alguma dúvida, deixe nos comentários. E não se esqueça de nos acompanhar pelas redes sociais Carlinhos e William. Acompanhe nosso canal no Youtube, sempre tem novidade e live toda terça-feira. Se quiser dominar o conteúdo de LDB, temos material focado no desenvolvimento do concursando de carreiras educacionais dos Pedagógicos, clique aqui e confira também nossa série LDB passo a passo.
Tendência Pedagógica Crítico Social dos Conteúdos
Chegamos ao último artigo da série sobre tendências pedagógicas. Agora, vamos destrinchar a tendência crítico social dos conteúdos. Nós já falamos sobre o que são tendências pedagógicas, fizemos uma linha do tempo para que você entenda como e quando as tendências foram criadas, sobre as tendências liberais e sobre as tendências progressistas. É importante ter em mente que Luckesi vai entender essa tendência como educação para reprodução. Os três autores (Luckesi, Saviani e Libâneo) são oriundos da filosofia da educação e fazem um levantamento histórico, pois entendem que é preciso um estudo para embasar na história. A tendência crítico social dos conteúdos, crítico reprodutivista ou educação para reprodução possui algumas teorias e vamos falar sobre cada uma delas. Teoria dos aparelhos ideológicos O autor que representa a teoria dos aparelhos ideológicos é L. Althuseir, que nasceu em uma colônia francesa. Ele traduz em sua obra a ideia de um estado segundo Marx. Para o autor, o Estado atua em prol da manutenção da divisão de classes na sociedade, ou seja, que atua a favor dos interesses da classe dominante e subjugando a classe dominada. Ele então identificou aparelhos que permitem ao Estado manter a divisão, começando pelos aparelhos ideológicos do estado (AIE), que se baseia na construção de pensamentos e ideias favoráveis ao Estado, como forma de dominação e manipulação da massa. Esses aparelhos vão atuar em prol do movimento ideológico do estado e são representados por: Escola; Igreja; Justiça; Mídia Para o autor, o aparelho “prima dona”, ou mais eficaz, é a escola, pois historicamente a igreja seria o pior aparelho ideológico do estado por ter atuado por bastante tempo – desde os jesuítas, como já mencionamos. Por outro lado, a escola sempre estará presente na sociedade por ser um dos pilares por seu papel fundamental, se reinventando e agregando valores conforme a sociedade necessita. Além disso, em países como o nosso em que é obrigatório frequentar a escola entre os 4 e 17 anos, o Estado terá alguma influência em boa parte dos indivíduos durante sua formação. Althuseir afirma ainda que além dos aparelhos que favorecem a influência do estado na sociedade, há ainda os aparelhos repressores do Estado (ARE), que entram em ação contra aqueles que se recusam a ser influenciados. Essa é uma ação das ideologias contra hegemônicas ou contra-culturas, que são formas de pensamento contrárias ao que está dominante na sociedade vigente. Quando essas ações acontecem, o Estado aciona os aparelhos para reprimi-las ou puni-las, que são representadas por: Forças Armadas; Polícia; Teoria da violência simbólica e capitais culturais Essas são importantes teorias dentro da tendência crítico social dos conteúdos. Seus principais autores são P. Bourdieu e J. Passeron. Para eles, capitais culturais seriam o conjunto dos elementos que compreendem um determinado grupo ou parcela da sociedade. Isto é, a ideia de que a cultura permeia todo e qualquer individuo humano e cada uma se diferencia conforme os indivíduos que a ela pertencem. Porém, a escola não reconhece que dentro da sociedade indivíduos diversos são dotados de cultura. Apesar de ter ciência de que há culturas diferenciadas, a escola tenta propagar um padrão. Assim, ela escolhe o padrão cultural a ser seguido, que não é oriundo das culturas que emergem das classes subalternas ou da maioria da população. O que é tido como padrão para a elaboração de currículo, das propostas pedagógicas e afins, não é oriunda das classes que fazem parte da maioria da população, mas sim de uma parcela especifica da sociedade. E é nesse momento que acontece a violência simbólica, que é a “imposição” de uma cultura ignorando a do indivíduo. Ou seja, os autores acreditam que a escola violenta os indivíduos de maneira simbólica. Essa violência se manifesta de duas formas: Quando a escola escolhe capitais culturais para trabalhar impondo uma nova cultura ao indivíduo; Omitindo a indivíduos igualdade aos capitais culturais utilizados na instituição. Teoria da escola dualista Há dois autores importantes para essa teoria: Baudelot e Establet, ambos foram alunos de Althuseir. Os autores afirmam que a escola é dualista e existem dois modelos de escola. Há uma escola pensada para os filhos dos ricos e uma escola pensada para os filhos dos pobres: Escola SS: secundário e superior – para os ricos; Escola PP: primário e profissionalizante – para os pobres que precisavam ter uma profissão para se manter. Se tiver alguma dúvida, deixe nos comentários. E não se esqueça de nos acompanhar pelas redes sociais Carlinhos e William. Acompanhe nosso canal no Youtube, sempre tem novidade e live toda terça-feira. Se quiser dominar o conteúdo de LDB, temos material focado no desenvolvimento do concursando de carreiras educacionais dos Pedagógicos, clique aqui e confira também nossa série LDB passo a passo.
Tendências Pedagógicas Progressistas
Conseguir identificar as tendências pedagógicas progressistas é crucial para quem pretende passar em concurso para carreira de magistério e até para quem ainda está na faculdade. Nós já falamos sobre o que são tendências pedagógicas, fizemos uma linha do tempo para que você entenda como e quando as tendências foram criadas e sobre as tendências liberais. Ao falarmos sobre as tendências progressistas ou progressivistas, você precisa ter em mente que as progressistas se divide em libertadora, libertária e crítico social dos conteúdos. Vamos falar sobre as características e peculiaridades de cada uma das divisões para te ajudar em sua preparação. Esercizi per migliorare la flessibilità senza alzarsi dal letto – Esercizi di fitness e Palestra tamoxifene controindicazioni questo è il nuovo e ridisegnato orologio da passerella michael kors | tendenze digitali spagnolo. Percurso histórico das tendências pedagógicas progressistas É importante ter em mente que as tendências pedagógicas progressistas são críticas por serem embasadas no marxismo e se iniciam na primeira metade do século XX. Tendência progressista libertadora A ideia de libertadora, que possui ideia de libertação, vem de um contexto em que a educação não legitimava os indivíduos a ser livre, que era um dos principais objetivos da tendência. Paulo Freire foi um importante nome para essa tendência, mesmo não sendo pedagogo de formação, pois estava interessado e atento às mudanças que ocorriam em sua região: mais de 50% da população nordestina não era alfabetizada. Ele passa a integrar um grupo formado por pessoas que tinham o interesse em alfabetizar as pessoas daquela região que não possuíam poder aquisitivo que lhes desse acesso à educação. Ele chegou a algumas conclusões que definem a tendência progressista libertadora: Função política da educação; Experiências de vida do educando; Educação horizontal (relação professor-aluno). É importante frisar que Paulo Freire foi influenciado pela igreja católica e pela teologia da libertação, que estava em voga na época. Tendência progressista libertária Muitas pessoas confundem essa tendência com a que mencionamos anteriormente, por isso é preciso estar atento às suas peculiaridades. C. Freinet e Miguel Arroyo foram importantes nomes dessa tendência que possui as seguintes características: Educação não-diretiva (aqui, não diretiva tem significado político, ou seja, está diretamente pautada na ideia de um desenvolvimento libertário em que o professor não direciona as atividades, mas se posiciona como catalisador da aprendizagem); Auto gestionário – é a ideia de autogoverno, ou seja, cada indivíduo é responsável por suas ações individual ou coletivamente; Nesse momento histórico, Paulo Freire é exilado do país, durante o golpe militar e deixa uma lacuna no desenvolvimento da educação no campo, que é quando surge a construção de educação libertária e nos movimentos sociais com outros modelos de educação, que são considerados como educação não formal, pois não ocorriam dentro da escola. Tendência crítico social dos conteúdos Para entender essa tendência, é preciso que você tenha em mente que os dois modelos de educação que mencionamos, foram formados por iniciativas individuais e coletivas fora do ambiente escolar. Libâneo então, passa a defender a necessidade de uma educação crítica do lado de dentro da escola. Ele propõe essa concepção pedagógica a partir de aspectos que estão presentes no nome da tendência e nas seguintes características: O papel da escola é realizar a difusão dos conteúdos; Necessidade de os conteúdos sejam difundidos pela escola e se vinculem à prática social dos educandos; Estímulo do pensamento crítico por parte dos educandos, para que estes alcancem a emancipação do pensamento. Se tiver alguma dúvida, deixe nos comentários. E não se esqueça de nos acompanhar pelas redes sociais Carlinhos e William. Acompanhe nosso canal no Youtube, sempre tem novidade e live toda terça-feira. Se quiser dominar o conteúdo de LDB, temos material focado no desenvolvimento do concursando de carreiras educacionais dos Pedagógicos, clique aqui e confira também nossa série LDB passo a passo.
Tendências Pedagógicas Liberais
As tendências pedagógicas liberais são o assunto desse artigo, que faz parte de uma série de artigos sobre as tendências pedagógicas preparados para que você esteja por dentro do assunto. Nós já falamos sobre o que são tendências pedagógicas e fizemos uma linha do tempo das tendências. Você pode conferir sempre que quiser, aqui no nosso blog. É importante ter em mente que, dentro de cada tendência pedagógica a escola atua de forma diferenciada, ou seja, para cada uma há uma proposta pedagógica e uma organização própria. Esse é mais um tema complexo que você precisa entender e dominar para conseguir resolver as questões da sua prova e não ser pego desprevenido por peguinhas, então fique atento. Nós falamos um pouco sobre as tendências pedagógicas liberais no artigo o que são tendências e vamos nos aprofundar um pouco mais agora abordando temas como a organização do trabalho pedagógico, métodos, conteúdo e o papel docente, por exemplo. Aspectos das tendências liberais e não-críticas As tendências liberais são aquelas que não vão questionar a sociedade vigente na lógica de sociedade capitalista. Daí vem a nomenclatura liberal, que é resultado da figura de um laço entre a sociedade capitalista e o movimento neoliberal econômico, na visão de Libâneo. Já Saviani, considera as tendências liberais como tendências não-críticas, pois como mencionamos, elas não possuem papel crítico, apenas ratificam o que a sociedade vigente impõe. Tendências liberais e não-críticas tradicionais. Essa é uma das mais marcantes e cobradas em prova, então fique atento ao que preparamos: O papel da escola nas tendências tradicionais está voltado à formação moral e intelectual além de estar interessada também em uma formação clássica humanística; Os conteúdos eram dogmáticos no sentido de que o professor era portador das verdades absolutas e inquestionáveis; O método utilizado era expositivo, oral e diretivo; O papel do professor aqui é vertical e o professor está sempre acima do aluno, sendo sempre o detentor e transmissor do conhecimento; As manifestações são representadas pelos Jesuítas, que foram os responsáveis por implantar essa tendência quando chegaram ao Brasil. Características da tendência progressivista O termo progressivista traduz a ideia de progresso e pode ser cobrada em prova como progressiva. Isso acontece por causa do livro que dá origem ao termo escrito por John Dewey Progressive Education. O livro foi traduzido por Anísio Teixeira e ficou conhecido como Educação Progressiva e com o tempo ganhou a terminologia progressivista. É importante ter em mente que essa tendência aponta o progresso da sociedade capitalista e foi originalmente formada por pessoas de classe alta e de influência e de intelectuais que tinham o objetivo de desenvolver o país. O papel da escola nessa tendência está focada na preparação para a vida e adequação das necessidades individuais aos papeis propostos; Os conteúdos são retirados da vida prática dos educandos (experiências vividas pelos alunos); Os métodos são ativos e parte do princípio de que o aluno aprende fazendo e utilizam experiências, desafios e problemas para embasar a aprendizagem; O professor possui papel de orientador da aprendizagem, já que o aluno assume um papel mais ativo se manifestando durante sua aprendizagem; Há cinco nomes que manifestam essa tendência dentro de suas formas de pensamento: Dewey, Decrolly, Anísio Teixeira, Piaget e Montessouri. Características da tendência não-diretiva O papel da escola nessa tendência está focada no indivíduo. Prioriza o desenvolvimento de atitudes e a autorrealização do educando em uma formação mais humana; Os conteúdos são pautados em valores e na busca pessoal por conhecimentos; O método se pauta na individualidade do ser e não é pré-definido sendo sempre pessoal, original e autêntico visando a facilitação da aprendizagem; O papel do professor está ligado em ser o facilitador da aprendizagem e em ser o especialista em relações humanas já que o aluno é o centro dos processos; A manifestação dessa tendência é representada por Carl Rogers. Características da tendência tecnicista Essa tendência possui características em comum com a tendência tradicional, especialmente por sua rigidez e por estar ligada à especialização e formação de mão de obra. O papel da escola é caracterizado pela formação de mão de obra, modelagem de comportamentos e garantia da ordem social; Os conteúdos estão diretamente ligados à uma sequência lógica e psicológica tendo como base um manual de aprendizagem; O método é baseado em técnicas de ensino e na instrução programada; O papel do professor aqui, é visto como modelador de comportamentos visando a produção de mão de obra; Os principais representantes dessa tendência foram Skinner, Bloom e Gagner. Se tiver alguma dúvida, deixe nos comentários. E não se esqueça de nos acompanhar pelas redes sociais Carlinhos e William. Acompanhe nosso canal no Youtube, sempre tem novidade e live toda terça-feira. Se quiser dominar o conteúdo de LDB, temos material focado no desenvolvimento do concursando de carreiras educacionais dos Pedagógicos, clique aqui e confira também nossa série LDB passo a passo.

